Queridos, papais! Muita gente nunca ouviu falar de colares de âmbar, e nem mesmo sabe o que é âmbar. No entanto, por todo o mundo o âmbar tem sido utilizado, embora de maneira controversa e bastante discutida, como aliado dos pais no alívio de dores e desconfortos das crianças. Especialmente na fase do desenvolvimento da primeira dentição.
A partir dos seis meses, de apenas gengivas a criança passa a ter os primeiros dentinhos. E seu surgimento pode ser bastante incômodo, comparável quem sabe à sensação que os adultos experimentam em relação a seus dentes do siso, quando são inconvenientes, ao início da vida adulta. Aí é que entra o uso do colar de âmbar, adotado por alguns pais em seus filhos.
Cerca de 50 milhões de anos atrás, na região dos Bálticos, uma resina vegetal de nome âmbar tornou-se fóssil e apenas muito tempo depois foi redescoberta pelos pesquisadores. Inclusive, apenas colares feitos com fragmentos de âmbar “autêntico” são considerados válidos para este uso que envolve o bem-estar das crianças pequenas. E por quê? Devido à sua constituição à base de ácido succínico, composto químico que favorece o sistema imunológico. Além de melhorar a atividade metabólica e também as funções do sistema nervoso. Assim, o âmbar funcionaria como anti-inflamatório e analgésico totalmente natural.
O inchaço da gengiva e a febre comuns nas crianças em fase de surgimento da primeira dentição são combatidos pelos colares de âmbar conforme as pedras entram em contato com a pele dos bebês e liberam nela pequenas partículas de ácido succínico. E fiquem atentos, papais, para os vigaristas que queiram passar adiante imitações grosseiras em plástico ou outros materiais, valendo-se da ignorância generalizada quanto à natureza do âmbar. O âmbar verdadeiro é morno ao toque, ao contrário de outros materiais, em geral mais frios. Caso a dúvida permaneça, pingue uma ou duas gotas de álcool ou acetona numa das contas do colar; se a região atingida mudar de cor ou de aspecto, o suposto âmbar não é autêntico.
Mas fique atento: o risco de asfixia é uma realidade, e o principal motivo para que o uso de colares de âmbar seja contraindicado pela Associação Brasileira de Odontopediatria. Ainda, não existe comprovação científica dos efeitos do uso de âmbar. Realmente, mesmo as roupas ou os sapatos usados pelas crianças ou aos quais elas tenham fácil acesso não devem ter cordões ou assemelhados, para que sejam evitados incidentes desagradáveis.
Assim sendo, alternativas mais comumente adotadas, de comprovada eficácia e seguras para as crianças na diminuição do desconforto das dores advindas do surgimento dos dentinhos podem e devem ser consideradas. Os pais podem oferecer mordedores de borracha ou de plástico. Com as mãos bem lavadas, massagens sobre os locais onde os dentes começam a surgir ajudam a diminuir o incômodo. Panos úmidos previamente torcidos e congelados também podem colaborar no combate à sensação de desconforto. Ainda, no caso do uso do colar de âmbar ser suscitado pela frequência de cólicas da criança, massagens locais e algo que transmita calor à região pode surtir bom efeito. Caso nenhum desses expedientes dê resultado, procure um médico para a orientação mais eficaz e adequada da situação.
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